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Oiie!

Não devemos por rótulos nas pessoas. Cada um é mais do que aparenta e menos do que dizem. O preconceito é o grande mal da humanidade.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Já teve a sensação...?


De estar perdida dentro de si mesma.
No meio do que te ensinaram ser certo e errado.
E de repente ver que nada daquilo faria sentido,
se você não buscasse entender o que era certo e errado para você.

De se perguntar mil vezes o que deveria fazer,
pensando se estaria desagradando alguém
e esquecendo de pensar se estaria desagradando a você mesma.

De estar sempre esperando alguém tomar uma atitude que você mesma poderia ter tomado.
De ficar esperando a vida começar quando na verdade a vida está escorrendo por nossos dedos a cada minuto que ficamos parados simplesmente imaginando coisas que provavelmente aconteceriam se tivéssemos a coragem de fazê-las acontecer.

Cheguei a conclusão de que ainda não me encontrei. E que estou muito longe disso. Mas que se eu não tentar, nunca vou descobrir! ;)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Adeus, adeus.


Adeus casas, carros e chão.
Adeus ônibus e caminhão.
Adeus postes, placas e semáforos.
Adeus árvores e pássaros.
Adeus pessoas, homens, mulheres, crianças.
Adeus idosos e suas lembranças.
Adeus história, memória, desejos.
Adeus a todos os meus medos.
Adeus amigos, amores, dores.
Adeus às minhas mais insanas vontades.
Adeus música, cinema, teatro.
Adeus visão, audição, paladar, olfato e tato.
Adeus amor, raiva, ódio, insegurança.
Adeus eu, adeus.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Desculpa, sou culpada!


Muitas pessoas dizem que eu só vivo no mundo da lua, desatenta, viajando...
Mas será que é pecado?
Se for, sou culpada!
Mas eu simplesmente prefiro estar no meu mundinho interior, onde nada pode me ferir, onde ninguém pode me afetar, onde estou segura dos meus medos, receios e tudo mais.
Onde posso ser livre, pensar o que quiser sem ser julgada.
Onde posso desejar um mundo melhor, onde as pessoas vão amar uma às outras e se tratarem como verdadeiros irmãos.
Onde o desejo de um não valerá mais que o desejo do coletivo.
Onde crianças podem brincar e adolescentes podem sair sem medo da violência.
Onde pais não precisam ser tão cautelosos e paranóicos.
Onde a paz habite.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

# Loca!



Eu quero sair correndo
Me atirar de um prédio alto
Cair em uma nuvem de algodão
E ir parar no paraíso.

Eu quero escorregar pelo corrimão de uma escada
Pular em uma cama elástica
E alcançar o infinito.

Eu quero comprar uma passagem só de ida,
Explorar o mundo
Ir parar no interior
E conhecer a mim mesma.

Quero entrar em minha mente
Entender como ela funciona,
O vazio onde me perco
No meio de tantos pensamentos.

Eu quero sair pela cidade,
Fazer novos amigos,
Ir ver um filme com eles
Depois o pôr-do-sol numa praia qualquer.

Quero conhecer alguém,
Bater um papo legal com ele.
Falar dele pra você
E te fazer ciúmes.

Eu quero ir atrás de você
Gritar, brigar, empurrar...
Te fazer ver.
Só pra depois
Abraçar, beijar...
Te fazer me amar.

Eu quero dançar, me mover, fingir, atuar
Eu não quero sair da minha zona de conforto.
Eu quero ajudar,
Mas preciso me ajudar.

EU QUERO SER FELIZ!

domingo, 14 de novembro de 2010

I never said it would be the best choice,




The perfect girlfriend ...
The girl of his dreams.
You took a risk because he wanted to,
So do not blame me for not being what you expected.
I will not apologize for who I am.
So just leave me alone
You should already know what to do from now on
But then do not say that he regretted
He discovered that I am everything you wanted.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

excuse me!


Com licença mundo, eu quero passar!
Cansei de tolerar tudo todo o tempo.
Há um grito em minha garganta que quer ser expulso
E eu já não aguento mais.
Não quero mais ficar junto com pessoas que não gosto
Cansei desse clima!
Quero pensar em mim!
Ficar com quem gosto e que gosta de mim.
Quero ir pra bem longe, fugir de tudo.
Quero ficar, mostrar meu valor.
Quero tudo sem querer nada.

♪ Somebody save my life

Sem chão.


E esse é mais um dia em que o mundo parece desmoronar.
Porque nada é bom o bastante. Nada faz sentido.
Hoje é um daqueles dias que ninguém é bom o bastante, ninguém serve.
Simplesmente porque todos são insuportáveis.
Simplesmente porque eu sou insuportável.
Nesses dias que eu queria sumir no mundo e ir para um lugar bem longe e tranquilo, na companhia de filmes, chocolate e bons livros, ao som do canto dos pássaros
Pra ver se assim encontro minha paz, um pouco mais de mim ou de quem eu quero ser
Um alguém melhor do que eu sou agora.
Queria estar junto com as pessoas que amo, e assim, reconstruir o mundo.
Mais forte e lindo do que jamais fora.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Aaaaaaarrrrrg!



Ai! Esses dias computador está me dando um nervoso. Não sei se é o computador em si. Ai! Acho que to enlouquecendo de vez.
Só pode!
Logo quem? Eu!
Que se pudesse passava o dia inteiro na internet.
Mas é que orkut, facebook.. aff! Não tem nada de novo nessas coisas!
Já tinha excluído meu formspring e meu twitter faz uns tempos...
Mas é q eu tenho tantos contatos no orkut..
Me dá uma pena excluir pra depois fazer de novo...
Ai Deus! O que tá acontecendo comigo?
=S

domingo, 20 de junho de 2010

Sucumbindo na escuridão



Era o 1º dia de férias, eu não tinha nada para fazer e mesmo assim não sabia porque estava acordada até tão tarde. Eu já tinha me virado na cama 10 vezes e a música que estava ouvindo no meu mp4 estava quase no final. Eu não sei se poderia chamar meu quarto de "grande", mas também não era "pequeno", ao meu ver, claro. Eu sempre tive um péssimo instinto para tudo que tivesse a ver com análise, cálculo ou dedução.
As luzes do quarto estavam apagadas e a única claridade provinha era da luz da lua, que nesse momento, me saudava pela janela. A maioria das pessoas que eu conheço dormia com as cortinas fechadas, mas na maioria das vezes, eu era uma exeção à regra. A lua sempre cálida e complacente comigo. Eu sabia que nem precisaria abrir a boca para ela saber tudo que eu estivesse pensando. Ela não me julgaria, nem me condenaria por mais vil ou bobo que fosse o que se passava na minha mente.
Ela assistia de camarote as minhas noites de insônia e sempre presenciava momentos como esse em que eu simplesmente fechava os olhos e deixava minha mente vagar. Sem amarras, sem prisões. Eu me sentia leve, solta, em meus devaneios. Eles surgiram como uma brisa leve, que invadia todo o meu corpo e me preenchia por completo. Ela como a própria noite, chega aos poucos, tímida e vai tomando tudo com sua escuridão vezes desconcertante, vezes acolhedora, para só se despedir nas primeiras horas da manhã quando o sol volta com todo o seu esplendor.
Sinceramente, eu sinto raiva de mim cada vez que isso acontece. Eu não faço ideia de como começo a pensar em algo e quando percebo, estou fazendo uma dissertação mental sobre algo completamente diferente. A realidade é que no meu íntimo, eu acho que se ainda não cheguei à insanidade, estou bem perto. E esse monólogo intrusivo noturno só me dá mais certeza disso.
Assim, deixo minha mente vagar no vazio. Me deixo sucumbir na escuridão, mergulhar no vão das minhas próprias palavras até ser transportada para o encantado mundo do sonho, onde habitarei até a aurora vir me buscar.