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quarta-feira, 2 de março de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
- Entre Aspas - Vivendo em um final quase feliz
Quando folheamos as páginas de um livro qualquer, que atire a primeira pedra aquele que nunca mergulhou numa história fictícia, seja se identificando com o herói, na pele de um vilão, ou talvez simplesmente se sentindo uma princesa raptada à espera de seu salvador. A cada página, descobrimos mais sobre as personagens, conhecemos as suas fraquezas, suas virtudes, e gostos. Por talvez conhecer tanto sobre elas, acabamos partilhando emoções que as personagens sentem, dentro de nós mesmos. Nós sentimos na mesma intensidade, a dor da perda de uma pessoa querida da história, ou o gosto de vingança dentro de um pobre homem realizado.
Nos envolvemos por vontade ou simplesmente sem querer, tanto que criamos uma realidade paralela à nossa com a força de nosso pensamento, um mundo que você descobre a cada página lida. Nessa realidade, podemos ser tudo aquilo que queremos desde que façamos parte do enredo. Seja um fiel companheiro animal de um guerreiro, ou seja aquela mulher que não encontrou sua cara-metade e fora abandonada por seu amante. As emoções dentro de si chegam a ser tão fortes que a vontade de ler mais e mais, nos domina por completo. Nos vemos perdidos em um ponto de ônibus como cães famintos a fim de degustar lentamente seu pedaço de carne.
Ao fim de um livro, uma sensação bate dentro do nosso coração, um final que lhe completa quase por inteiro, uma vontade de dizer que acabou e que tudo ficou bem, mas algo lhe suga fora daquela realidade, te trazendo de volta para onde vivemos. Um sentimento de vazio toma conta de si e te puxa para baixo. “Por que eu não posso ter um final feliz também?” – É nesse momento que percebemos que nem tudo é como em um conto de fadas, nunca termina no final de uma história, ao contrário, cada dia de nossa vida é um livro que tem seu final nem sempre tão feliz como esperávamos.
Os segundos de nossa vida são como uma página desconhecida de um livro que lemos, temos a oportunidade de explorá-la, degustá-la e apreciá-la, mas não o fazemos porque para nós não importa as páginas de uma história e sim o final que ela vai ter. Finais não significam tudo. O que importa é o todo, a figura completa de um círculo fechado. A cada final, pode haver uma continuação, uma oportunidade de começar tudo de novo e vivenciar novos momentos. Nossa vida é como uma coletânea de livros sem um fim exato, segundos são como palavras escritas a todo momento. Nem todo final é feliz, é verdade, mas não podemos desistir porque um final não foi como aguardávamos, tente outra vez e outra, pois quem sabe se o final do próximo livro será quase feliz?
By: Victor Bernardi
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Todo dia digo a mim mesma...
Espelho
Já teve a sensação de se olhar no espelho e ver alguém completamente diferente?
Mais bonita, mais confiante, mais alto-astral...
Alguém que vive dentro de você e simplesmente não sabe como sair.
Alguém que gostaria que o mundo a visse.
Mas o mundo nos ensinou a ficarmos na defensiva, quando na verdade, só temos que responder tudo com gentileza, um sorriso no rosto e de salto alto.
;)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Aprendi que ninguém é melhor que ninguém,
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Eu descobri 2

Que não adianta organizarmos nossa vida inteira em uma folha de papel, com horários e datas planejados, pois sempre vai ter alguma coisa que será mais importante que vai surgir de última hora.
Que paixão e amor são coisas diferentes, mas que nem por isso deixam de ser belas. E uma a primeira pode acabar levando à segunda.
Que os momentos que sentimos mais falta, são aqueles em que pouca coisa se fez necessária. Apenas a presença de algumas pessoas e sorrisos nos rostos.
Que colocar a culpa no outro por não ter coragem de mudar alguma coisa é a maior vergonha de um ser.
Que dizer "Eu te amo" pode ser difícil, mas algumas vezes, não se necessita palavras para dizer o que está escrito nos olhos e que vem do coração.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
- Eu descobri

Que só eu posso ser dona do meu destino.
Só dependo de mim para ser feliz.
Que não tenho que agir de determinada forma para agradar os outros.
Que tenho que vestir o que faça eu me sentir bem, sem deixar de ser eu mesma.
Que ninguém é bom o bastante para dizer que eu não o sou.
Que respeito é a gente que constrói e confiança é a gente que conquista.
Que amigos de verdade jamais te abandonam.
E que o verdadeiro amor pode não ser o cara da padaria.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Quem nunca quis...

...Ganhar a medalha de ouro?
...Ser a melhor em alguma coisa?
...Ser o centro das atenções por alguns minutos?
...Ser a melhor amiga de alguém?
...Ser a primeira a saber da última novidade?
...Ser a mais divertida/popular da galera?
...Ser a mais criativa?
...Ser a mais confiável?
...Se sentir a pessoa mais amada?
...Fazer tudo que desse vontade?
1 ano
Mais um ano se passou e com ele aprendemos muito.
Conhecemos pessoas, que passaram a fazer parte da nossa vida.
Enquanto para outras, mesmo sem ser da nossa vontade, tivemos que dizer adeus.
Derramamos algumas lágrimas, mas demos muitos sorrisos também.
E mesmo que o mundo lá fora seja um lugar ruim, onde todos não pouparão esforços para te derrubar, sei que encontrei um lugar, com amigos de verdade, onde posso ser eu mesma e eles me aceitarão.
Um ano pode mudar muitas coisas, mas certas coisas, não mudarão jamais!
JECOF ♥


